Destruímos argumentos e toda pretensão que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levamos cativo todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo.
15 março 2010
23 fevereiro 2010
24 outubro 2009
Manifesto da Igreja Presbiteriana do Brasil sobre acordo entre a Santa Sé e a Republica federativa do Brasil
A IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL, representada pelo Presidente do seu Supremo Concílio, diante do momento atual, em que forças organizadas da sociedade manifestam sua preocupação pela aprovação do texto do Acordo que vem labutar contra a laicidade do Estado Brasileiro e cercear a liberdade religiosa através de manifesta preferência e concessão à Igreja Católica Apostólica Romana de privilégios por parte do Estado Brasileiro, em face dos termos do Acordo entre a República Federativa do Brasil e a Santa Sé, firmado no dia 13 de novembro de 2008, vem a público, considerando que: I. - O Vaticano, embora um Estado Soberano e Pessoa Jurídica de Direito Público Internacional, é a sede política e administrativa da religião Católica Apostólica Romana e, portanto, um Estado Teocrático. Todo acordo entre Ele e o Brasil que contemple matéria envolvendo assuntos referentes à dimensão da fé e não a assuntos temporais agride o princípio da separação entre Estado e Igreja, que é uma conquista obtida pela nação brasileira e se constitui na base da nossa República; II. - Para Igreja Católica Apostólica Romana, as demais religiões e seus ritos próprios são apenas “elementos de religiosidade” preparatórios ao cristianismo verdadeiro, do qual ela é exclusiva detentora: “Com efeito, algumas orações e ritos das outras religiões podem assumir um papel de preparação ao Evangelho, enquanto ocasiões ou pedagogias que estimulam os corações dos homens a se abrirem à ação de Deus. Não se lhes pode, porém atribuir à origem divina nem a eficácia salvífica ex opere operato, própria dos sacramentos cristãos. (DECLARAÇÃO "DOMINUS IESUS" SOBRE A UNICIDADE E A UNIVERSALIDADE SALVÍFICA DE JESUS CRISTO E DA IGREJA); III. - A identidade jurídica peculiar do Vaticano, a apresentar-se ora como Estado, ora como Religião, facilita a tentativa de ingerência e pode confundir administradores sobre os limites das concessões, quando tratam de assuntos que transcendem aqueles meramente administrativos e temporais. E, por ser o Vaticano um Estado, não pode impor ao Estado Brasileiro a aceitação de sua religião e da Igreja que representa para a obtenção de privilégios e vantagens diferenciadas; IV. - É inegável que tal Acordo é flagrantemente inconstitucional, pois fere a Constituição da República, que destaca em seu artigo 19: “É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: I – estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-las, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público; (..); III – criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si”. Ora, o Estado do Vaticano é o REPRESENTANTE da Igreja Católica Apostólica Romana. O ACORDO, portanto, é INCONSTITUCIONAL e não pode prosperar num Estado Democrático de Direito, pois fere a cláusula pétrea da Constituição da República no caput do Artigo 5º, ou seja, o princípio Constitucional da ISONOMIA; V. - Que o referido Acordo Internacional nos artigos 7º, 10º e, principalmente, 14º, impõe DEVERES ao Estado Brasileiro para com a Igreja Católica Apostólica Romana nos planejamentos urbanos a serem estabelecidos no respectivo PLANO DIRETOR, que deverá ter espaços destinados a fins religiosos de ação da Igreja Católica Apostólica Romana, contemplando a referida Igreja com destinação de patrimônio imobiliário; VI. - O termo católico após a expressão “ensino religioso”, contido no Acordo, afronta a previsão do § 1º do artigo 210 da Constituição da República, que preceitua: “O ensino religioso, de matrícula facultativa, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental”. O Acordo com a Santa Sé consignou no § 1º do artigo 11 que: “O ensino religioso, católico e de outras confissões religiosas, de matrícula facultativa, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental...”. Trata-se de evidente discriminação religiosa; VII. – a aprovação pelo Congresso Nacional do referido Acordo conferiu privilégios históricos à Igreja Católica Apostólica Romana em nosso País reconhecendo-os como direitos, constituindo norma legal, uma vez que acordos internacionais, conforme a Constituição de 1988, têm força de lei para todos os fins. Aquilo que a história legou, a cultura vem transformando e o Direito não pode aceitar por consolidar dissídio na sociedade brasileira, que tem convivido de forma tolerante com o legado, mas não o admitirá como imposição contrária ao direito à liberdade de consciência, de crença e de culto, amparado pela Carta Magna e pelo Direito Internacional; VIII. - De igual forma, o Projeto de Lei n.º 5.598/2009 e o PLS 160/2009 denominado “Lei Geral das Religiões”, já aprovado pela Câmara Federal e pelo Senado, mero espelho do Acordo, incorre nos mesmos equívocos de inconstitucionalidade e desprezo à laicidade do Estado Brasileiro, estendendo as pretensões da Igreja Católica Apostólica Romana a todos os demais credos religiosos. O nivelamento no tratamento pelo Estado às religiões não pode ser amparado por fundamentos manifestamente inconstitucionais que agridem a soberania do Brasil e retrocede-nos ao indesejável modelo do “padroado” no Império. Ante o exposto, em consonância com a Palavra de Deus, sua única regra de fé e prática, e com a sua doutrina, a IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL manifesta-se contra a aprovação do Congresso Nacional do referido Acordo Internacional ou de qualquer norma legal que privilegie determinada religião/denominação em detrimento de outras; não considerando a cidadania dos ateus e agnósticos também presentes no Brasil, consagrando ingerência de Estado Estrangeiro sobre o Estado Brasileiro e afrontando a separação entre o Estado e a Igreja, preservada em todas as Cartas Constitucionais da República Brasileira. A IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL reitera sua submissão e intercessão em favor das autoridades constituídas, mas não abre mão de seu ministério profético nesta geração a denunciar todo e qualquer desvio contrário ao Estado de Direito e à Lei de Deus.
Brasília – DF, outubro de 2009
Rev. Roberto Brasileiro Silva
Presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil
Brasília – DF, outubro de 2009
Rev. Roberto Brasileiro Silva
Presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil
25 fevereiro 2009
Reino de Deus
Estou saíndo hoje de Curitiba onde estive com os jovens da Federação Parque Iguaçu e Araucárias. Um grupo 10 com + 5 de ponto extra. Estivemos falando sobre o Reino de Deus. Podemos perceber através da leitura de Mateus 5. 1-12 que Jesus demonstra diretamente quais são as características que nos tornam felizes e entendo que são as que os membros do Reino devem ter. Façam a leitura deste texto e observem a antítese com as nossas ações cotidianas.
Por em prática estas verdades fazem uma enorme diferença em nosso modo de ser no mundo que nos cerca e em como nos "apresentamos" em nossos ambiente de convivência.
O mais importante é lembrar que mudamos não para evangelizar, ou para parecer melhores, mas sim para cumprir uma orientação direta de Jesus. Ser bem-aventurados, ser felizes.
Abraços a todos e bem-aveturados...
Por em prática estas verdades fazem uma enorme diferença em nosso modo de ser no mundo que nos cerca e em como nos "apresentamos" em nossos ambiente de convivência.
O mais importante é lembrar que mudamos não para evangelizar, ou para parecer melhores, mas sim para cumprir uma orientação direta de Jesus. Ser bem-aventurados, ser felizes.
Abraços a todos e bem-aveturados...
19 janeiro 2008
Oportunidades
Estou chegando agora a pouco de um culto de formatura.
Simplesmente fascinante. Em toda a liturgia o pensamento foi não perder as oportunidaes. Todas as ações cúlticas foram na centralidade de Jesus como o agente principal. Não somente do culto em sí, mas da nossa vida. As músicas, as orações, os contadores de estória, a mensagem.
Em todos os momentos sempre foi lembrado que Jesus é a resposta para este mundo. O exemplo de hoje me lembra que a volta de Jesus está próxima. Temos que proclamar aos quatro ventos que o evangelho é a solução para a totalidade do ser humano. Num tempo em que os livros de auto-ajuda profileram, as igrejas de entretenimento estão cheias, é a hora de voltar a fonte.
É a hora de voltar a simplicidade do evangelho que realmente fala e transforma o ser humano.
A palavra agora é oportunidade. Não podemos perder as oportunidades. Todas as pessoas que nos cercam representam um campo evangelistico em potencial. E quero lembrar que usar a expressão “meu testemunho fala por mim” não é suficiente. A palavra expressa tem ser usada, pois é o metodo bíblico, é o metodo de Jesus.
Desperte agora, não perca as oportunidades.
A palavra agora é oportunidade. Não podemos perder as oportunidades. Todas as pessoas que nos cercam representam um campo evangelistico em potencial. E quero lembrar que usar a expressão “meu testemunho fala por mim” não é suficiente. A palavra expressa tem ser usada, pois é o metodo bíblico, é o metodo de Jesus.
Desperte agora, não perca as oportunidades.
08 janeiro 2008
Eu acredito
O apóstolo Paulo afirmou para que "não vos conformeis com este século". Esta mensagem ecoa na minha mente. Não é mais possível ficar parado, letárgico com tudo que me cerca, nos cerca. Não posso me conformar com esta sociedade, com minha cidade.
Fiz um voto de que quero ser agente detransformação. Usar o que Deus me deu para influenciar toda uma geração. Espero já ansioso prlo retorno das aulas. Quero além do conhecimento, me esforçar ao máximo em influenciar os meus alunos a sacodirmos a poeira do comodismo, da pasmaceira que tem nos cauterizado diante do mundo que nos cerca.
Agradeço a um amigo, o Walcyr, pastor que um dia em Campinas me mostrou algo que eu já conhecia com a mente, mas faltava o coração. Um professor pode influenciar toda uma geração. Vou mais longe, umap pessoa que cre que Jesus é o filho de Deus, que acredita que deve agir segundo as instruções contidas na Bíblia, tem total condição de ser um agente transformador da sociedade que nos cerca.
Quero agir já, temos que agir já...
Que Deus nos ajude.
Fiz um voto de que quero ser agente detransformação. Usar o que Deus me deu para influenciar toda uma geração. Espero já ansioso prlo retorno das aulas. Quero além do conhecimento, me esforçar ao máximo em influenciar os meus alunos a sacodirmos a poeira do comodismo, da pasmaceira que tem nos cauterizado diante do mundo que nos cerca.
Agradeço a um amigo, o Walcyr, pastor que um dia em Campinas me mostrou algo que eu já conhecia com a mente, mas faltava o coração. Um professor pode influenciar toda uma geração. Vou mais longe, umap pessoa que cre que Jesus é o filho de Deus, que acredita que deve agir segundo as instruções contidas na Bíblia, tem total condição de ser um agente transformador da sociedade que nos cerca.
Quero agir já, temos que agir já...
Que Deus nos ajude.
02 maio 2007
O Sacrifício Limitado - O Senhor Jesus morreu por todos aqueles a quem o Pai concedeu graça, e somente por eles
Nós fomos salvos porque Deus, o Pai nos escolheu para sermos salvos. Mas nós somos salvos somente pela eleição. Não, nós somos também salvos pelo sacrifício sofrido por Jesus na cruz. Pois, como a Bíblia diz, seu nome seria Jesus porque ele iria “salvar seu povo de seus pecados” (Mateus 1:21). Se Deus o Pai elegeu uns para vida eterna, em outras palavras, então preciso continuar dizendo que Cristo morreu por uns somente e não por toda humanidade sem distinção. Isso, também, faz parte dos ensinamentos da Fé Reformada. O sacrifício é limitado - não em seu valor, mas somente para aqueles a quem foi aplicado. O sangue de Jesus é precioso; ele tem valor ilimitado. Também não seria seu valor exaurido se todos os seres humanos fossem de fato salvos por ele. Mesmo assim, existe uma limitação imposta sobre o sacrifício de Cristo, por desejo do Pai. Aqueles que são salvos pelo sangue de Jesus Cristo são somente aqueles de quem a intenção do Pai era de serem salvos. Mesmo sendo a Bíblia clara, quando diz que nem todos serão salvos, algumas pessoas ensinam que foi vontade de Deus salvar a todos os homens sem exceção. Esse ensinamento deve ser rejeitado porque sugere que Deus não é capaz de fazer aquilo que Ele se propôs a fazer. Outros dizem que não foi intenção total de Deus salvar a todos. Dizem que Ele teve a intenção de salvar toda humanidade fazendo uma parte e deixando outra parte como responsabilidade humana. Esse ensinamento também deve ser rejeitado porque diz que Cristo não é o único salvador - Ele então precisaria compartilhar sua glória com o homem pecador. A Fé Reformada, ecoando as Escrituras, ensina que somente algumas pessoas serão salvas. Também nos ensina que somente Deus salva os pecadores, e então nos ensina que aqueles que são salvos são aqueles que Deus quis que fossem salvos. Como Jesus disse ao Pai, falando sobre si: “assim como lhe conferiste autoridade sobre toda a carne, a fim de que ele conceda a vida eterna a todos os que lhe deste” (João 17:2). “assim como o Pai me conhece a mim, e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas.” (João 10:15). Nós sabemos bem que esta doutrina vai contra a razão natural do ser humano. Já há muito foi dito, contra esta doutrina, que ela restringe a esperança da vida eterna para alguns poucos. Alguns também dizem que se esta doutrina fosse verdadeira, não haveria sentido em pregar o evangelho, uma vez que a morte de Cristo não teve a intenção de salvar a muitos dos que ouvirem sobre ela. Mesmo eles tendo a intenção de reduzir a glória de Deus para aumentar as “chances” do ser humano, como eles vêem. Eles preferem dizer que Deus teve a intenção de salvar a todos com a morte e ressurreição de Cristo, para assim dar a todo homem e mulher uma chance, deixando assim a decisão final para os mesmos! Quão equivocada é essa idéia; ela sacrifica muito e não ganha nada. Dizer que Deus meramente quer que todo homem seja salvo, quantos mais poderão ser salvos? A resposta é: nenhum! Porque mesmo aqueles que trabalham em cima de tal teoria admitem que muitos serão perdidos, como a Bíblia assim ensina. Esse compromisso somente parece dar ao ser humano uma melhor “chance”, mas realmente não o faz. De acordo com a visão reformada, quantos são salvos a menos? A resposta é: nenhum. Pois a própria Bíblia nos ensina que Deus salvará “uma grande multidão que ninguém poderá contar” (Ap. 7:9). E quem, por esse fato, terá menor oportunidade de ser salvo? A resposta novamente é: ninguém. Porque nenhum homem pode saber - até morrer como um não crente - que ele não é eleito, pela simples razão que Deus não revelou esta informação para qualquer não crente. Mesmo assim, aqueles que vieram a Deus através de Jesus Cristo descobriram que Ele morreu particularmente por eles. Eles podem então dizer como Paulo que o Filho de Deus “me amou e se entregou por mim” (Gal. 2:20).
Fonte: www.ipb.org.br
Fonte: www.ipb.org.br
30 abril 2007
Sobre Aborto e Homofobia; Palavra da IPB

“Na qualidade de Presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, diante do momento atual em que as forças organizadas da sociedade manifestam sua preocupação com a possibilidade da aprovação de leis que venham labutar contra a santidade da vida e a cercear a liberdade constitucional de expressão das igrejas brasileiras de todas as orientações, venho a público me MANIFESTAR quanto à prática do aborto e a criminalização da homofobia.”
I – Quanto à prática do aborto, a Igreja Presbiteriana do Brasil reconhece que muitos problemas são causados pela prática clandestina de abortos, causando a morte de muitas mulheres jovens e adultas. Todavia, entende que a legalização do aborto não solucionará o problema, pois o mesmo é causado basicamente pela falta de educação adequada na área sexual, a exploração do turismo sexual, a falta de controle da natalidade, a banalização da vida, a decadência dos valores morais e a desvalorização do casamento e da família. Visto que: (1) Deus é o Criador de todas as coisas e, como tal, somente Ele tem direito sobre as nossas vidas; (2) ao ser formado o ovo (novo ser), este já está com todos os caracteres de um ser humano e que existem diferenças marcantes entre a mulher e o feto; (3) os direitos da mulher não podem ser exercidos em detrimento dos direitos do novo ser; (4) o nascituro tem direitos assegurados pela Lei Civil brasileira e sua morte não irá corrigir os males já causados no estupro e nem solucionará a maternidade ilegítima. Por sua doutrina, regra de fé e prática, a Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a legalização do aborto, com exceção do aborto terapêutico, quando não houver outro meio de salvar a vida da gestante. II – Quanto à chamada Lei da Homofobia, que parte do princípio que toda manifestação contrária à homossexualidade é homofóbica e caracteriza como crime essas manifestações, a Igreja Presbiteriana do Brasil repudia a caracterização da expressão do ensino bíblico sobre a homossexualidade como sendo homofobia, ao mesmo tempo em que repudia qualquer forma de violência contra o ser humano criado à imagem de Deus, o que inclui homossexuais e quaisquer outros cidadãos. Visto que: (1) a promulgação da nossa Carta Magna, em 1988, já previa direitos e garantias individuais para todos os cidadãos brasileiros; (2) as medidas legais que surgiram visando beneficiar homossexuais, como o reconhecimento da sua união estável, a adoção por homossexuais, o direito patrimonial e a previsão de benefícios por parte do INSS foram tomadas buscando resolver casos concretos sem, contudo, observar o interesse público, o bem comum e a legislação pátria vigente; (3) a liberdade religiosa assegura a todo cidadão brasileiro a exposição de sua fé sem a interferência do Estado, sendo a este vedada a interferência nas formas de culto, na subvenção de quaisquer cultos e ainda na própria opção pela inexistência de fé e culto; (4) a liberdade de expressão, como direito individual e coletivo, corrobora com a mãe das liberdades, a liberdade de consciência, mantendo o Estado eqüidistante das manifestações cúlticas em todas as culturas e expressões religiosas do nosso País; (5) as Escrituras Sagradas, sobre as quais a Igreja Presbiteriana do Brasil firma suas crenças e práticas, ensinam que Deus criou a humanidade com uma diferenciação sexual (homem e mulher) e com propósitos heterossexuais específicos que envolvem o casamento, a unidade sexual e a procriação; e que Jesus Cristo ratificou esse entendimento ao dizer, “(...). desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher” (Marcos 10.6); e que os apóstolos de Cristo entendiam que a prática homossexual era pecaminosa e contrária aos planos originais de Deus (Romanos 1.24-27; 1 Coríntios 6.9-11). Ante ao exposto, por sua doutrina, regra de fé e prática, a Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a aprovação da chamada Lei da Homofobia, por entender que ensinar e pregar contra a prática da homossexualidade não é homofobia, por entender que uma lei dessa natureza maximiza direitos a um determinado grupo de cidadãos, ao mesmo tempo em que minimiza, atrofia e falece direitos e princípios já determinados principalmente pela Carta Magna e pela Declaração Universal de Direitos Humanos; e por entender que tal lei interfere diretamente na liberdade e na missão das igrejas de todas as orientações de falarem, pregarem e ensinarem sobre a conduta e o comportamento ético de todos, inclusive dos homossexuais. Portanto, a Igreja Presbiteriana do Brasil não pode abrir mão do seu legítimo direito de expressar-se, em público e em privado, sobre todo e qualquer comportamento humano, no cumprimento de sua missão de anunciar o Evangelho, conclamando a todos ao arrependimento e à fé em Jesus Cristo.
I – Quanto à prática do aborto, a Igreja Presbiteriana do Brasil reconhece que muitos problemas são causados pela prática clandestina de abortos, causando a morte de muitas mulheres jovens e adultas. Todavia, entende que a legalização do aborto não solucionará o problema, pois o mesmo é causado basicamente pela falta de educação adequada na área sexual, a exploração do turismo sexual, a falta de controle da natalidade, a banalização da vida, a decadência dos valores morais e a desvalorização do casamento e da família. Visto que: (1) Deus é o Criador de todas as coisas e, como tal, somente Ele tem direito sobre as nossas vidas; (2) ao ser formado o ovo (novo ser), este já está com todos os caracteres de um ser humano e que existem diferenças marcantes entre a mulher e o feto; (3) os direitos da mulher não podem ser exercidos em detrimento dos direitos do novo ser; (4) o nascituro tem direitos assegurados pela Lei Civil brasileira e sua morte não irá corrigir os males já causados no estupro e nem solucionará a maternidade ilegítima. Por sua doutrina, regra de fé e prática, a Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a legalização do aborto, com exceção do aborto terapêutico, quando não houver outro meio de salvar a vida da gestante. II – Quanto à chamada Lei da Homofobia, que parte do princípio que toda manifestação contrária à homossexualidade é homofóbica e caracteriza como crime essas manifestações, a Igreja Presbiteriana do Brasil repudia a caracterização da expressão do ensino bíblico sobre a homossexualidade como sendo homofobia, ao mesmo tempo em que repudia qualquer forma de violência contra o ser humano criado à imagem de Deus, o que inclui homossexuais e quaisquer outros cidadãos. Visto que: (1) a promulgação da nossa Carta Magna, em 1988, já previa direitos e garantias individuais para todos os cidadãos brasileiros; (2) as medidas legais que surgiram visando beneficiar homossexuais, como o reconhecimento da sua união estável, a adoção por homossexuais, o direito patrimonial e a previsão de benefícios por parte do INSS foram tomadas buscando resolver casos concretos sem, contudo, observar o interesse público, o bem comum e a legislação pátria vigente; (3) a liberdade religiosa assegura a todo cidadão brasileiro a exposição de sua fé sem a interferência do Estado, sendo a este vedada a interferência nas formas de culto, na subvenção de quaisquer cultos e ainda na própria opção pela inexistência de fé e culto; (4) a liberdade de expressão, como direito individual e coletivo, corrobora com a mãe das liberdades, a liberdade de consciência, mantendo o Estado eqüidistante das manifestações cúlticas em todas as culturas e expressões religiosas do nosso País; (5) as Escrituras Sagradas, sobre as quais a Igreja Presbiteriana do Brasil firma suas crenças e práticas, ensinam que Deus criou a humanidade com uma diferenciação sexual (homem e mulher) e com propósitos heterossexuais específicos que envolvem o casamento, a unidade sexual e a procriação; e que Jesus Cristo ratificou esse entendimento ao dizer, “(...). desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher” (Marcos 10.6); e que os apóstolos de Cristo entendiam que a prática homossexual era pecaminosa e contrária aos planos originais de Deus (Romanos 1.24-27; 1 Coríntios 6.9-11). Ante ao exposto, por sua doutrina, regra de fé e prática, a Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a aprovação da chamada Lei da Homofobia, por entender que ensinar e pregar contra a prática da homossexualidade não é homofobia, por entender que uma lei dessa natureza maximiza direitos a um determinado grupo de cidadãos, ao mesmo tempo em que minimiza, atrofia e falece direitos e princípios já determinados principalmente pela Carta Magna e pela Declaração Universal de Direitos Humanos; e por entender que tal lei interfere diretamente na liberdade e na missão das igrejas de todas as orientações de falarem, pregarem e ensinarem sobre a conduta e o comportamento ético de todos, inclusive dos homossexuais. Portanto, a Igreja Presbiteriana do Brasil não pode abrir mão do seu legítimo direito de expressar-se, em público e em privado, sobre todo e qualquer comportamento humano, no cumprimento de sua missão de anunciar o Evangelho, conclamando a todos ao arrependimento e à fé em Jesus Cristo.
Patrocínio, Minas Gerais, abril de 2007 AD.
Rev. Roberto Brasileiro
Presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil
15 março 2007
Eleitos de Deus
Uma das doutrinas que tive mais dificuldade de entender, e aceitar, foi a doutrina da eleição. A minha humanidade, o meu senso de liberdade de escolha, a visão particulada de Deus, observando somente o Deus amoroso, me levava a um conflito de difícil solução. Aparentemente.
Quando fui eleito diácono pela primeira vez, estava muito conciente com relação as perguntas constitucionais que saõ feitas na igreja presbiteriana a todo oficial eleito. Sabia que eu prometia aceitar as doutrinas da igreja e defende-las contra heresias que se infiltram na igreja cristã.
Comecei um estudo sobre o assunto utilizando a confissão de fé de westminster, alguns livros sobre o tema e na leitura de textos em sites da net. Comecei a compreender e entender a profundidade e conforto que a doutrina da eleição traz ao coração do crente. Ao mesmo tempo percebi a profundidade da responsabilidade que tenho, dada por Deus, na proclamação do evangelho e na busca por santidade.
Quero fazer então algumas considerações básicas sobre o asssunto.
1 - O ponto principal da fé cristã é crer em um Deus absoluto e soberano. Todas as coisas ocorrem por sua vontade. Nada que ocorre no universo escapa de sua atenção, cuidado e domínio. Este principio torna então basilar que tudo que ocorre com a criação, somente acontence por ordem Dele.
2- O homem esta morto espiritualmente por causa do pecado.
"Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados" Ef 2.1
"...e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, pela graça sois salvos" Ef 2.5
"E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos" Cl 2.13
Para tomarmos qualquer decisão, espiritualmente falando, no que se refere a nossa salvação, somente pode ocorrer se antes Deus agir. É ele que nos dá a vida, e somente o buscamos por que somos compelidos a isso através do Espírito Santo.
3 - O livre-arbítrio que o homem tanto defende não reflete o real. Ninguém pode fazer escolhas realmente de forma independete. Nossas escolhas são fruto de nossa história, de nossa faixa etária, do contexto de criação, da família... Nossas escolhas serão sempre consequncias de um contexto, o que efetivamente não a torna isenta, e consequentemente não é realmente livre.
4 - Vemos muito mais Jesus como salvador do que como senhor. A palavra senhor aparece na Bíblia muitas vezes a mais que a palavra salvador. Se obedecermos mais, se confiarmos mais na orientação de Deus expressa na sua palavra poderemos ser servos melhores e mais felizes.
Para alguém quetem dúvida sobre a eleição, a leitura do capítulo 9 da carta de Paulo aos Romanos, esclarece todas as indagações.
E mais uma coisa. Mesmo que você ainda assim não creia, sem problemas. A sua vitória está garantida, pois o único que vota já te elegeu como vitorioso.
Quando fui eleito diácono pela primeira vez, estava muito conciente com relação as perguntas constitucionais que saõ feitas na igreja presbiteriana a todo oficial eleito. Sabia que eu prometia aceitar as doutrinas da igreja e defende-las contra heresias que se infiltram na igreja cristã.
Comecei um estudo sobre o assunto utilizando a confissão de fé de westminster, alguns livros sobre o tema e na leitura de textos em sites da net. Comecei a compreender e entender a profundidade e conforto que a doutrina da eleição traz ao coração do crente. Ao mesmo tempo percebi a profundidade da responsabilidade que tenho, dada por Deus, na proclamação do evangelho e na busca por santidade.
Quero fazer então algumas considerações básicas sobre o asssunto.
1 - O ponto principal da fé cristã é crer em um Deus absoluto e soberano. Todas as coisas ocorrem por sua vontade. Nada que ocorre no universo escapa de sua atenção, cuidado e domínio. Este principio torna então basilar que tudo que ocorre com a criação, somente acontence por ordem Dele.
2- O homem esta morto espiritualmente por causa do pecado.
"Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados" Ef 2.1
"...e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, pela graça sois salvos" Ef 2.5
"E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos" Cl 2.13
Para tomarmos qualquer decisão, espiritualmente falando, no que se refere a nossa salvação, somente pode ocorrer se antes Deus agir. É ele que nos dá a vida, e somente o buscamos por que somos compelidos a isso através do Espírito Santo.
3 - O livre-arbítrio que o homem tanto defende não reflete o real. Ninguém pode fazer escolhas realmente de forma independete. Nossas escolhas são fruto de nossa história, de nossa faixa etária, do contexto de criação, da família... Nossas escolhas serão sempre consequncias de um contexto, o que efetivamente não a torna isenta, e consequentemente não é realmente livre.
4 - Vemos muito mais Jesus como salvador do que como senhor. A palavra senhor aparece na Bíblia muitas vezes a mais que a palavra salvador. Se obedecermos mais, se confiarmos mais na orientação de Deus expressa na sua palavra poderemos ser servos melhores e mais felizes.
Para alguém quetem dúvida sobre a eleição, a leitura do capítulo 9 da carta de Paulo aos Romanos, esclarece todas as indagações.
E mais uma coisa. Mesmo que você ainda assim não creia, sem problemas. A sua vitória está garantida, pois o único que vota já te elegeu como vitorioso.
28 fevereiro 2007
Todo homem é mal? A Depravação Total
Tenho conversado com amigos que são católicos. Eles me dizem que todos vão para o céu, que o homem em sua essencia é bom. Em um dos encontros que participei para formação de educadores, um dos palestrantes fez uma afirmativa curiosa: Não existe o diabo. A palavra diablos nos remete para o nosso lado negativo que devemos controlar.
Em várias religiões orientais o principo é que o homem é bom, que sua essencia é marcada pelo belo, e que com meditações e exercícios espirituais é possível atingir um estado de plenitude, o nirvana. Segundo o Houaiss (1 nas religiões indianas, estado permanente e definitivo de beatitude, felicidade e conhecimento, meta suprema do homem religioso, obtida através de disciplina ascética e meditação [Menos us. que o sinônimo mocsa, exceto na doutrina budista.] 1.1 no budismo, extinção definitiva do sofrimento humano alcançada por meio da supressão do desejo e da consciência individual)
Eu poderia ainda fazer mais uma obsevação: Se em nossa essencia somos bons, se basta ao homem buscar essa perfeição, por que isso não ocorre?
As igrejas ditas reformadas estruturam a sua teologia em confissões de fé. A igreja presbiteriana da qual faço parte se apoia na Bílbia sagrada e entende que a Confissão de fé de Westminster expressa de forma correta a teologia bíblica. Vou transcrever então algumas considerações sobre esta posição contidas na CFW.
I. Nossos primeiros pais, seduzidos pela astúcia e tentação de Satanás, pecaram, comendo do fruto proibido. Segundo o seu sábio e santo conselho, foi Deus servido permitir este pecado deles, havendo determinado ordená-lo para a sua própria glória.
Gen. 3:13; II Cor. 11:3; Rom. 11:32 e 5:20-21.
II. Por este pecado eles decaíram da sua retidão original e da comunhão com Deus, e assim se tornaram mortos em pecado e inteiramente corrompidos em todas as suas faculdades e partes do corpo e da alma.
Gen. 3:6-8; Rom. 3:23; Gen. 2:17; Ef. 2:1-3; Rom. 5:12; Gen. 6:5; Jer. 17:9; Tito 1:15; Rom.3:10-18.
III. Sendo eles o tronco de toda a humanidade, o delito dos seus pecados foi imputado a seus filhos; e a mesma morte em pecado, bem como a sua natureza corrompida, foram transmitidas a toda a sua posteridade, que deles procede por geração ordinária.
At. 17:26; Gen. 2:17; Rom. 5:17, 15-19; I Cor. 15:21-22,45, 49; Sal.51:5; Gen.5:3; João3:6.
IV. Desta corrupção original pela qual ficamos totalmente indispostos, adversos a todo o bem e inteiramente inclinados a todo o mal, é que procedem todas as transgressões atuais.
Rom. 5:6, 7:18 e 5:7; Col. 1:21; Gen. 6:5 e 8:21; Rom. 3:10-12; Tiago 1:14-15; Ef. 2:2-3; Mat. 15-19.
V. Esta corrupção da natureza persiste, durante esta vida, naqueles que são regenerados; e, embora seja ela perdoada e mortificada por Cristo, todavia tanto ela, como os seus impulsos, são real e propriamente pecado.
Rom. 7:14, 17, 18, 21-23; Tiago 3-2; I João 1:8-10; Prov. 20:9; Ec. 7-20; Gal.5:17.
VI. Todo o pecado, tanto o original como o atual, sendo transgressão da justa lei de Deus e a ela contrária, torna, pela sua própria natureza, culpado o pecador e por essa culpa está ele sujeito à ira de Deus e à maldição da lei e, portanto, exposto à morte, com todas as misérias espirituais, temporais e eternas.
I João 3:4; Rom. 2: 15; Rom. 3:9, 19; Ef. 2:3; Gal. 3:10; Rom. 6:23; Ef. 6:18; Lam, 3:39; Mat. 25:41; II Tess. 1:9.
Ao analisar então todas estas referencias, é pra mim impossível ver no homem algo de bom em sua essencia por causa do pecado. Será então que não há solução para o homem?
A solução está em que o homem creia que Jesus é o filho de Deus. Que a vida de Jesus é o meu exemplo e que seu sangue derramado perdoa todo e quaquer pecado cometido por mim.
Em várias religiões orientais o principo é que o homem é bom, que sua essencia é marcada pelo belo, e que com meditações e exercícios espirituais é possível atingir um estado de plenitude, o nirvana. Segundo o Houaiss (1 nas religiões indianas, estado permanente e definitivo de beatitude, felicidade e conhecimento, meta suprema do homem religioso, obtida através de disciplina ascética e meditação [Menos us. que o sinônimo mocsa, exceto na doutrina budista.] 1.1 no budismo, extinção definitiva do sofrimento humano alcançada por meio da supressão do desejo e da consciência individual)
Eu poderia ainda fazer mais uma obsevação: Se em nossa essencia somos bons, se basta ao homem buscar essa perfeição, por que isso não ocorre?
As igrejas ditas reformadas estruturam a sua teologia em confissões de fé. A igreja presbiteriana da qual faço parte se apoia na Bílbia sagrada e entende que a Confissão de fé de Westminster expressa de forma correta a teologia bíblica. Vou transcrever então algumas considerações sobre esta posição contidas na CFW.
CAPÍTULO VI - DA QUEDA DO HOMEM, DO PECADO E DO SEU CASTIGO
I. Nossos primeiros pais, seduzidos pela astúcia e tentação de Satanás, pecaram, comendo do fruto proibido. Segundo o seu sábio e santo conselho, foi Deus servido permitir este pecado deles, havendo determinado ordená-lo para a sua própria glória.
Gen. 3:13; II Cor. 11:3; Rom. 11:32 e 5:20-21.
II. Por este pecado eles decaíram da sua retidão original e da comunhão com Deus, e assim se tornaram mortos em pecado e inteiramente corrompidos em todas as suas faculdades e partes do corpo e da alma.
Gen. 3:6-8; Rom. 3:23; Gen. 2:17; Ef. 2:1-3; Rom. 5:12; Gen. 6:5; Jer. 17:9; Tito 1:15; Rom.3:10-18.
III. Sendo eles o tronco de toda a humanidade, o delito dos seus pecados foi imputado a seus filhos; e a mesma morte em pecado, bem como a sua natureza corrompida, foram transmitidas a toda a sua posteridade, que deles procede por geração ordinária.
At. 17:26; Gen. 2:17; Rom. 5:17, 15-19; I Cor. 15:21-22,45, 49; Sal.51:5; Gen.5:3; João3:6.
IV. Desta corrupção original pela qual ficamos totalmente indispostos, adversos a todo o bem e inteiramente inclinados a todo o mal, é que procedem todas as transgressões atuais.
Rom. 5:6, 7:18 e 5:7; Col. 1:21; Gen. 6:5 e 8:21; Rom. 3:10-12; Tiago 1:14-15; Ef. 2:2-3; Mat. 15-19.
V. Esta corrupção da natureza persiste, durante esta vida, naqueles que são regenerados; e, embora seja ela perdoada e mortificada por Cristo, todavia tanto ela, como os seus impulsos, são real e propriamente pecado.
Rom. 7:14, 17, 18, 21-23; Tiago 3-2; I João 1:8-10; Prov. 20:9; Ec. 7-20; Gal.5:17.
VI. Todo o pecado, tanto o original como o atual, sendo transgressão da justa lei de Deus e a ela contrária, torna, pela sua própria natureza, culpado o pecador e por essa culpa está ele sujeito à ira de Deus e à maldição da lei e, portanto, exposto à morte, com todas as misérias espirituais, temporais e eternas.
I João 3:4; Rom. 2: 15; Rom. 3:9, 19; Ef. 2:3; Gal. 3:10; Rom. 6:23; Ef. 6:18; Lam, 3:39; Mat. 25:41; II Tess. 1:9.
Ao analisar então todas estas referencias, é pra mim impossível ver no homem algo de bom em sua essencia por causa do pecado. Será então que não há solução para o homem?
A solução está em que o homem creia que Jesus é o filho de Deus. Que a vida de Jesus é o meu exemplo e que seu sangue derramado perdoa todo e quaquer pecado cometido por mim.
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